Todo mundo tem em casa aqueles souvenirs que a gente compra nas férias e depois se arrepende piedosamente de ter comprado um troço daqueles. No meu caso, eu estou falando de um guarda-chuva vermelho.
Mas não é um guarda-chuva vermelho qualquer. Ele é uma das “lembrancinhas” que compramos na Suíça. Deu pra perceber que a coisa fica tensa? Sim, porque ele é vermelho com não só 1, mas sim várias cruzes brancas! Tudo bem que quando a gente comprou era um caso de emergência: estavamos em Zurique, num domingo, estava chovendo torrencialmente e só tinham lojas de souvenir abertas. A nossa única chance era escolher o menos pior! E venhamos e convenhamos, quando se esta de férias num outro pais, ninguém realmente se importa de pagar um miquinho básico…
Chegando em casa você entulha esse souvenir em algum lugar para não ver nunca mais. Até o dia em que ele resolve ter um comeback.
Esqueci o meu guarda-chuva querido no metro. O Enrico pegou o outro que temos. Estava chovendo sem parar e eu tinha que ir trabalhar… qual era a minha opção? E lá fui eu atravessar metade de Munique com essa coisa fofa. Eu mereço!!









Ou a famosa palavrinha alema: Wintereinbruch. Desde o começo da semana os jornais aqui nao falam de outra coisa: a primeira grande onda de frio vai chegar na sexta. Mais exatamente de tarde. Mais exatamente ainda: com temperaturas abaixo de zero, neve nas montanhas e nas planicies e com ventos a mais de 100km/h.
Incrivel como já faz uma semana que o tempo aqui no Rio estava parecendo o de Sao Paulo: chuva, friozinho, cinza… (os paulistas que me desculpem hehe). O Rio fica naquela nostalgia. Parece que o relogio anda pra tras e a unica coisa que da vontade de fazer é se esconder debaixo das cobertas. Por incrivel que parece eu gosto desses dias assim de vez em quando. É otimo pra relaxar e pensar na vida.






